28 março 2007
27 março 2007
Bom do dia
Vivo de pequenos bons momentos entre um trabalho e outro. Meu superior mais próximo foi promovido ontem. Será que ele avisou o meu novo superior que eu saio no dia 20 de abril? (Will I have to ask to leave again, for the third time?)
22 março 2007
Bom do dia
21 março 2007
Bom do dia
Ter decidi´do comprar uma máquina digital.
Estar mantendo a dieta. E estar feliz com isso. :) Beijos
14 março 2007
Bom do dia
13 março 2007
Bom do dia
12 março 2007
Bom do dia
08 março 2007
Maravilhoso do dia
Bom do dia
07 março 2007
Sentimento estranho do dia
04 março 2007
Bom do dia
02 março 2007
Estranho do dia
20h08min, estou esperando minha página vir da Upec para começar a editar. Hoje é sexta-feira, 2/3.
Hoje, almocei com a Paula aqui em Porto Alegre. Era para ser só um simples almoço para eu conhecer o escritório de advocacia que ela montou aqui na Capital depois da formatura, em dezembro. Era para ser coisa rápida, uma hora de almoço antes de eu seguir para a Zero Hora, onde trabalho como jornalista.
Sim, foi rápido de verdade, mas a reflexão que me acometeu este almoço foi uma coisa da qual ainda não me recuperei. Passei a tarde inteira pensando nisso e, agora, escrevo sobre isso.
A Paula é advogada desde o ano passado e, para ela começar a carreira, a mãe dela montou um escritório caríssimo e chiquérrimo no Centro Empresarial InterCity, prédio anexo ao chiquérrimo Hotel InterCity, aqui em Porto Alegre.
Pois hoje eu fui lá conhecer a linda sala comercial, que está tudo de bom, muito bem decorada. Fomos almoçar no restaurante do Hotel InterCity. Ficou ela falando do novo escritório, da grana que foi montá-lo, da batalha que é conseguir clientes, da jornada diária, enfim, coisas de trabalho. E eu, é claro, também falei de trabalho: como está sendo trabalhar na Zero Hora, como é complicado pagar as contas da minha empresinha, do meu desejo de ter muitos clientes e, um dia, abrir um escritório.
De repente, parei e falei para ela:
– Peraí. Isso tudo é ridículo. Nós não somos uma advogada que tem seu próprio escritório e um jornalista que trabalha na Zero Hora. A gente é aquelas duas gurias que estudam na Feevale de manhã e que, à tarde, vão pro Jardim Mauá fumar cigarro escondido e calçando tênis. Isso tudo é um absurdo!
Jesus... o tempo está mesmo passando e eu estou, realmente, passando pela crise dos 25, se é que ela existe. Posso estar inventando uma nova modalidade de crise, é verdade, mas as coisas estão mudando.
Ainda lembro, no terceiro ano do segundo grau, a Paula falando que queria ser advogada e contando que o pai e a mãe dela o eram. E, naquela época, eu tinha o sonho de ser jornalista e, alcançá-lo, era uma coisa super distante. E agora eu e a Paula estamos com 25 anos, formadas há algum tempo, batalhando clientes e a sobrevivência no mercado. A vida passou super rápido...que chavão horroroso, mas é verdade. Dá medo. Mas vamos adiante, sem deprê! Todo o esforço há de ser recompensado. :)
